sexta-feira, 30 de abril de 2010

Orchis collina Banks & Solander

Nome cientifico : Orchis collina Banks & Solander

"....... a raríssima Orchis collina, uma orquídea que, em Portugal, apenas é conhecida nas encostas secas da elevação de Ficalho ......"

Isto era antigamente, estas fotografias foram tiradas no Concelho de Vila Viçosa, neste ano de 2010.




quinta-feira, 29 de abril de 2010

OPHRYS BOMBYLIFLORA X OPHRYS PICTA #2

Imagens registadas por Duarte Victorino Marques, em São Simão de Azeitão, Setúbal, Estremadura, a 04/04/2006.

OPHRYS BOMBYLIFLORA X OPHRYS PICTA #1

Híbrido resultante do cruzamento entre Ophrys bombyliflora e Ophrys picta. Observámos 3 plantas, a 22 de Abril de 2010, em Bucelas, Loures, Estremadura.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

ORCHIS ANTHROPOPHORA X ORCHIS ITALICA

Orchis x bivonae Tod. in Giorn. Sci. é um híbrido resultante do cruzamento entre Orchis anthropophora e Orchis italica.

Pampilhosa, Mealhada, Beira Litoral, 12/04/10.


















Rabaçal, Penela, Beira Litoral, 17/04/10.


















Serra de Alvaiázere, Alvaiázere, Beira Litoral, 17/04/10.


segunda-feira, 12 de abril de 2010

OPHRYS INCUBACEA X OPHRYS FUSCA

Ophrys x braun-blanquetiana Briq. ex Soó in G. Keller é um híbrido resultante do cruzamento entre Ophrys incubacea e Ophrys fusca.
Observámos uma planta, a 21 de Março de 2010, em São Brissos, Beja, Baixo Alentejo.

sábado, 3 de abril de 2010

PELO BAIXO ALENTEJO...

Santiago do Cacém, Setúbal, Baixo Alentejo, 20/03/10.

Anacamptis papilionacea

Ophrys fusca

Ophrys speculum

Ophrys lutea

Ophrys tenthredinifera
subsp. tenthredinifera

Epipactis
sp.

Cephalanthera longifolia


Serra do Ficalho, Moura, Baixo Alentejo, 20/03/10.

Anacamptis collina


São Brissos, Beja, Baixo Alentejo, 21/03/10.

Ophrys fusca

Ophrys tenthredinifera
subsp. tenthredinifera

Ophrys incubaceae


domingo, 28 de março de 2010

OPHRYS TENTHREDINIFERA #3

A Ophrys tenthredinifera Willdenow subsp. tenthredinifera tem 2 (3) tubérculos, subglobosos ou subovóides, sésseis ou subsésseis. Caule erecto, às vezes ligeiramente curvado, com (8) 10 - 45 (60) cm. Folhas basais oblongas a lanceoladas, subobtusas a agudas, 3,5 - 12 cm de comprimento por 1 - 4 cm de largura. Inflorescência com (1) 3 - 8 (11) flores, frouxa. Brácteas inferiores, 14 - 40 mm de comprimento por 5 - 10 mm de largura, ultrapassam o ovário, lanceoladas a oblongo-lanceoladas, agudas, verde-claras, mas às vezes coloridas como as sépalas. Sépalas côncavas, glabras, rosadas, de um rosado púrpura a esbranquiçado, com as nervuras verdes; as laterais com (8) 9 - 15 mm de comprimento por 6 - 9 (10) mm de largura, patentes, simétricas, de ovado-arredondadas a elípticas; a central com (8,5) 9,5 - 13,5 mm de comprimento por 6,5 - 10,5 mm de largura, oblonga, erecta. Pétalas triangulares, 3,5 - 6 mm de comprimento por 2 - 5 (6) mm de largura, papiloso-aveludadas na margem interna, rosadas. Labelo com (9,5) 10 - 18 (20) mm de comprimento por 9 - 16 (18) mm de largura, mais ou menos convexo, emarginado, aveludado, com calosidades mais ou menos pronunciadas, terminando num apículo reduzido, obtuso e inflexo, amarelo-esverdeado; a zona central castanho-avermelhada, com margem amarela, larga; mácula pequena, subtriangular, frequentemente bilobada, acastanhada a violácea, rodeada por uma linha fina esbranquiçada. Ginostémio com 4,5 - 6 mm, muito curto e muito obtuso, verde ou verde-amarelado no dorso e amarelo ou alaranjado nos lados, não apiculado. Ovário cilíndrico, pouco retorcido; cavidade estigmática esverdeada, estreita, com a superfície interior castanha-escura e o campo basal avermelhado. Planta de sítios soalheiros a ensombrados, em solos alcalinos a levemente ácidos, de secos a frescos: clareiras de matagais e de bosques. Ocorre no Alto Alentejo e Baixo Alentejo.Imagens registadas em São Brissos, Beja, Baixo Alentejo, a 21/03/10.